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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

O riso é sempre o melhor remédio




"Fiquei muito preocupado quando fui ver o filme sobre a profecia que falava no fim do mundo em 2012. Fiquei várias noites sem dormir. Será que vai acabar mesmo? Até que um dia desses, vi um camelô vendendo um filme cujo título era 2013. Ufa! Respirei aliviado, pelo menos vai dar tempo de o Corinthians ganhar a libertadores em 2012 e sobrar um tempinho prá gente comemorar”.
É sempre assim quando bate a tristeza ou alguma insegurança e nossa fé na vida fica abalada, porém, basta uma boa piada ou mesmo uma história alegre para renovar nossas as “baterias”. O que dizer então daqueles doutores da alegria e do bom humor que para cada mal que esta a solta na humanidade tem uma pílula de risada para nos curar e nos devolver a esperança.
Esse é o trabalho de humoristas como Alexandre Porpetone que se dedicam a uma modalidade de fazer humor que se convencionou chamar de Stand up. Em uma analogia simples Stand up é o tipo de humor que extrai do cotidiano o tema para nos fazer dar boas risadas, uma crônica humorística de situações e personagens do dia a dia.
Corintiano convicto e um artista em ascensão, Porpetone nos diz que o Stand up já vinha sendo feito há muito tempo por mestres do humor como o saudoso José de Vasconcelos e também por Jô Soares e Chico Anísio, só para citar alguns nomes famosos. Agora, com a adesão de uma nova geração, o que começou em barzinhos e teatros, faz sucesso na televisão.
“No Stand up você tem que fazer humor com seu próprio texto. Não é contar piadas de papagaio ou de português. O Stand up é você escrever coisas do cotidiano, situações da vida e representá-las sem estar caracterizado. O Stand up comedy é você estar de cara limpa”, esclarece o humorista.
Além de apresentações em teatro, festas e convenções, Porpetone completou cinco anos no humorístico “A Praça é Nossa”, do SBT, além da Rádio Transamérica, de segunda a sexta, no Galera Gol, das 19h30 às 21h e nas pílulas de humor “Rachando o Bico”, durante todo a programação. Com relação ao seu trabalho no SBT, o humorista, que acaba de gravar a primeira de uma série do conhecido humorístico infantil Chaves, cujos direitos foram comprados pela emissora e onde ele interpreta o personagem principal, é só elogios para Carlos Alerto de Nóbrega, que o levou para o SBT e para o dono da emissora, Silvio Santos, com quem tem trabalhado ultimamente.
“É um privilégio trabalhar com o Silvio. Ele é uma daquelas pessoas que Deus pôs no mundo para provar a todos que somos capazes de tudo. Silvio Santos está sempre bem humorado e sorrindo. Ele próprio é um humorista e muito melhor dos que alguns que se dedicam exclusivamente a esse trabalho”, diz.
Avesso ao Stand up que procura ridicularizar e humilhar políticos e celebridades, Porpetone é de opinião que o humor, apesar de ter que sempre pegar no “pé” de alguém, deve primar pelo bom gosto, “Até por eu trabalhar no SBT e ter um publico infantil muito grande, esse tipo de humor mordaz e ácido não faz muito meu estilo”, declara o humorista. Além das crônicas Stand up, Porpetone também é um excelente imitador. Carlitos Teves e outros astros do futebol, além do próprio Silvio Santos, estão na galeria de personagens que o consagraram nesta arte.
Seja pelo o humor no Stand up, seja pelas imitações ou pela pessoa que é, vale à pena assistir um show do humorista, ouvi-lo na rádio ou vê-lo na televisão.
Porpetone é um autentico doutor da alegria que, para nossa sorte, tem sempre um bom remédio para nossas angústias, o riso e o bom humor.
Para quem quiser contatá-lo, ele indica o seu Twitter; @Porpetonehumor e promete para breve uma página recheada de muitas gargalhadas na internet. Esperamos que não demore muito para a página entrar no ar, pois o mundo precisa cada vez mais dos cuidados desses verdadeiros doutores da alegria.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Santo André faz uma avalição sobre 2011 e já projeta 2012




Aglutinar pessoas e exercer uma liderança que traga resultados positivos para todos os membros do grupo. Uma tarefa nada fácil quando lidamos com muitas pessoas que possuem idéias próprias e ideologias políticas definidas. No entanto, quando uma liderança reúne força de caráter e conteúdo para exercer essa função, temos aí resultados e realizações. É o que se pode observar na forma como conduz e nos resultados apresentados pelo presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Santo André e Mauá, Cícero Firmino da Silva, mais conhecido como Martinha.
Reeleito em 2011 para mais um mandato, Martinha recebeu o Publisher da Empresa de Comunicação Praia News, Armando Barreto, que é o responsável pelas publicações: Jornal Alpes da Mantiqueira, com circulação no Sul de Minas Gerais e Vale do Paraíba; Jornal Idéia que circula em Embu Guaçu e região; e pelo Jornal e Blog Novas Cidades, com circulação em São Paulo, grande ABC e Vale do Paraíba.
Para Martinha, o ano de 2011 foi muito produtivo, pois contou com uma campanha salarial forte e uma mobilização da categoria muito boa. “Conseguimos arrancar um acordo de 10% de reajuste, que corresponde à inflação mais 3% de aumento real e agora, no final do ano, conseguimos pra mais de 8000 trabalhadores um abono extraordinário, que variou de R$ 500,00 à R$ 2.500,00 para cada um. Conquista importante, pois injeta mais dinheiro no mercado e dá uma condição melhor para os trabalhadores”, afirmou Martinha.
Orgulhoso, o presidente salientou as comemorações dos 78 anos de existência do sindicato como um dos pontos altos das realizações deste ano. Com uma história de lutas, o Sindicato dos Metalúrgicos, que foi fundado em 1933, além das causas trabalhistas em prol da categoria, somou também reivindicações e mobilização pela redemocratização nos anos da ditadura militar que deu ao Brasil um presidente da república que veio da classe trabalhadora e a sua primeira liderança feminina com a eleição em 2010 da presidente Dilma Roussef.
Por falar em Dilma, Martinha faz uma análise positiva do primeiro ano de mandato da presidente, “Esse primeiro ano é sempre mais difícil. Mesmo com tudo isso o governo tem acertado nas medidas para que você não tenha um problema maior no desemprego, a questão dos impostos e algumas medidas para você manter o nível de emprego tem sido importante”, declarou.
Apesar de sua aprovação, Martinha acredita que um empenho maior na luta contra a desindustrialização deve ser prioridade. “Essa questão é um perigo. Um país que não tem um parque industrial competitivo e forte, com certeza enfrentará dificuldades”, declarou.
Se comparado a outros sindicatos, o Sindicato dos Metalúrgicos de Santo André e Mauá apresenta números que de fato o reputam como um dos mais bem sucedidos de todo o Brasil.
Para 2012, o presidente espera um ano de muitas lutas e conquistas para a categoria bem como para todo trabalhador brasileiro e deixa a seguinte mensagem: “Embora muita coisa esteja errada na política brasileira é de fundamental importância aprender a discutir, opinar e fazer parte das decisões. Outra coisa é que o nosso povo tem que fazer com que nossas crianças e jovens freqüentem as escolas e estudem. Nosso mercado de trabalho esta importando mão de obra especializada e precisamos ocupar esses cargos com a juventude brasileira”, finalizou.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Martinha: mais quatro anos à frente das lutas pelos trabalhadores de Santo André e Mauá




Reeleito, em junho, para mais quatro anos à frente do Sindicato dos Metalúrgicos de Santo André e Mauá, Cícero Firmino Martins, o Martinha, conseguiu o expressivo número de 95,83% dos votos válidos e irá continuar sua luta em pró dos trabalhadores metalúrgicos.
Este será o terceiro mandato de Martinha no comando do sindicato. Com ele também fora eleita toda a Chapa 1 que irá compor a diretoria do sindicato.
De acordo com Martinha, as principais bandeiras de sua campanha foram: redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais; plano de cargos, salários e participação dos lucros, além do aumento da qualificação profissional e formação política do trabalhador sindicalizado.
“Ao longo destes oito anos, conseguimos muitas conquistas para os trabalhadores. Agora, neste novo mandato a redução da jornada de trabalho, participação nos lucros e a qualificação profissional são nossas principais metas”, afirmou Martinha.
Aumentar o convênio com a Escola SENAI para aumentar os cursos para a subsede de Mauá, também é uma metas de Martinha.
“O sindicato aumentou em tudo. Nosso espaço físico cresceu tanto aqui em Santo André, como em Mauá. Aliás, a sede de Mauá está até maior que a de Santo André. Aperfeiçoamos os espaços para poder aumentar o atendimento e a grade de cursos profissionalizantes e de especialização que nós oferecemos”, explicou Martinha.
Todas estas lutas serão realizadas sob o novo contexto político brasileiro. Terminou o mandato de Lula à frente da presidência do país e iniciou-se a era Dilma Rousseff.
“O Lula foi o Pelé dos políticos brasileiros. Ao longo dos anos, eu sempre vi muitos políticos dizerem que queriam mudar as coisas, mas não as faziam. Também vi políticos que tentaram mesmo mudar o panorama dos trabalhadores, porém sem tato político e sem conhecer a fundo a luta de classes, não conseguiram fazer nada”, salientou Martinha.
De acordo com o presidente do sindicato, Lula teve uma atuação que jamais será esquecida, principalmente pela sua atuação na área econômica e social do Brasil.
“Nós tínhamos muitas pessoas no país em estado de total pobreza. Muitos não tinham o que comer. Lula começou muitos projetos como o Bolsa Alimentação que colocou alimento nas mesas de muitos brasileiros. Bem alimentados, agora o povo teve maiores condições para estudar e trabalhar e conseqüentemente aumentar a camada da população que consome. Isso foi refletido no aumento da camada que consome, logo aumenta a produção e os postos de trabalho”, avaliou.
Sob o que esperar do governo de Dilma Rousseff, Martinha disse que espera um governo mais técnico, porém com menos carga política do que o de Lula.
“Apoio a Dilma totalmente. Sei que ela é uma pessoa de um perfil mais técnico do que político, como era o Lula. No aspecto do trabalho, tenho muita esperança que ela mantenha os avanços do governo anterior e que mantenha o país no ritmo do crescimento de emprego e social. No campo político, não procuro fazer grandes projeções, pois sei que esse não é o perfil dela”, concluiu Martinha.