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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017


O Estado de direito e a coisa publica

Temer disse que exonera ministro que for indiciado na Lava jato ou outro tipo qq de inquérito. Mas que se reserva o direito de manter os denunciados porém ñ indiciados por uma questão de acreditar na presunção da inocência, ou seja, se é inocente até que seja provada a culpa. Principio fundamental do estado de direito mas que, quando se trata da coisa publica, em tempos de grande descrédito para os que lidam com ela, tem que ser, repensado. O melhor seria que para a lisura e a credibilidade do processo politico, o nome que aparecer linkado a qq lambança dessas, seja afastado ou ñ designado para fazer parte do staf da mais alta instância administrativa do país, a Presidência da Republica. 
De outra feita semana passada Aécio quase se deu mal quando o jatinho fretado pelo PSDB para transportar o Senador até a capital paulista derrapou na pista e foi parar na grama de Cumbica... Quem derrapou de verdade foi o senador que, em tempos tão bicudos para a população brasileira, freta jatinho com o dinheiro do erário para se locomover da corte até a província. Sinceramente senador, derrapou e feio e o que dizer do postulante ao Supremo que foi sabatinado informalmente por um desses que compõem um dos baluartes do sistema democrático que é o Senado, casa essa, diga-se de passagem, na qual a maioria de seus membros se encontram as voltas com a justiça, em sua mansão particular que se localiza bem no meio de um lago com vista paradisíaca e canapés regado a iguarias variadas, para ser mais, digamos, genérico. Adivinhem de quem estou falando? 
Detalhe: segundo consta o trabalho de conclusão de doutorado do douto postulante, se refere a exatamente a proibição de ocupantes de cargos comissionados assumirem cargos públicos efetivos... 
Sinceramente, nada contra a riqueza o luxo e o esbanjamento, mas na situação atual em que se encontra o país é tirar uma com a cara dos trouxas, digo do povo... Como diria Fernando Henrique: assim ñ dá... assim ñ vai...
E como diria o douto e finado professor Raimundo, que tantas alegrias nos trouxe nas noites de sábado em passado ainda recente: "e o salário oh..."

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