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terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Essa é a cara do jornal Novas Cidades, versão impressa que circulou no último dia 20 de janeiro desse ano. O Novas Cidades, papel, estara nos faróis de São Paulo e também na região do ABC paulista na cidade de Santo André toda segunda quinzena de cada mês com analises e entrevistas dos novos administradores de São Paulo e região comentando os rumos das novas politicas publicas implantadas e as que já estão em andamento.
Na edição inaugural dessa nova fase do Novas Cidades, nossa estrela maior foi o récem eleito vereador pela cidade de São Paulo, Ricardo Nunes, PMDB forte e uma grande promessa para os paulistanos. Trazemos também nosso já conhecido frequentador das páginas de nosso blog, Cícero Martinha, Presidente do Sindicarto dos Metalúrgicos de Santo André e Mauá  agora empossado Secretário do Trabalho e Renda de Santo André assumindo juntamente com o empossado prefeito pelo PT Carlos Grana, um compromisso com o desenvolvimento e o respeito ao trabalismo em uma a região que é o berço de suas lutas.
Esperamos estar danpo nossa contribuição para uma imprensa cada vez mais livre e democrática onde a voz e a critica não é exclusividade de uns poucos mas sim  um direito de todos.
A você nosso amigo que nos acompanha reiteramos o compromisso de estarmos aqui para representa-lo como cidadão.
Abaixo segue uma crônica tipica de uma cidade grande que aconteceu ainda ontem e nos da conta da importância do compromisso dos verdadeiros administradores para com o cidadão e a cidade.
Vamos a ela.


“Ta lá o corpo estendido no chão.


Em vez de prece uma praga de alguém”.


E assim foi que aconteceu. No entanto o corpo estendido no asfalto não estava sem vida. Na verdade ainda tentou, cambaleando, se evadir. Conto por que:
O que se ouviu foi o som de uma frenagem brusca e alguém que voava por cima do canteiro central da avenida São Luis à altura do viaduto Jacareí, nas proximidades da Câmara Municipal de São Paulo.

Comoção geral às 16 horas de um úmido e cinzento dia de verão na capital paulista. Varias pessoas se reúnem em torno da vítima que, por um momento, parece desacordada. O sangue flui rápido pela ferida aberta atrás e na frente da cabeça do atropelado. Pela extensão da ferida da para ver que o caso é grave. No entanto e contrariando a todos que prestavam os primeiros socorros, o acidentado, cidadão jovem dos seus vinte e poucos anos, teima ao recobrar a consciência em levantar e sair andando. A principio parece que o cidadão esta desorientado. Derrepente eis que surge na cena um outro cidadão irado que parte para cima do acidentado a socos e pontapés. Ninguém entende nada e a maioria sai em defesa do jovem atropelado. A policia é acionada e comparece a ocorrência procurando esclarecer e prestar socorro a vítima do atropelamento, prestar socorro não que não é permitido mas assegura que o mesmo o receba o mais rápido possível e prestado por quem é de direito ou seja, agentes dos serviços de emergência.

Então a verdade começa a surgir. O acidentado é um meliante que segundos antes de ser atropelado, roubara um celular de um outro cidadão na calçada oposta, na avenida aonde sofrera o acidente. Mediante a resistência da vítima do roubo o acidentado lhe esfaqueou  o braço esquerdo, tomando o aparelho e saindo em disparada. Desatencioso, na fuga entrou na frente de um táxi e veio a ser arremessado por cima do canteiro central a mais de 6 m de distância, sofrendo vários ferimentos. O cidadão, vitima do roubo, ao saber do atropelamento do ladrão foi a seu encontro em disparada e partiu pra cima dele, no que foi contido pelos populares que testemunhavam a insólita cena.

Atendido e devidamente levado em custódia pelos policiais o ladrão que de vítima passou a réu, não estava sozinho, mas acompanhado por duas mulheres que ficaram presentes a ocorrência durante todo o tempo.

O fato guarda em si uma certa dose de humor negro, a do ladrão trapalhão e nos põem frente a uma realidade cruel para todos os moradores da cidade de São Paulo a de que em plena tarde de uma segunda-feira e no centro da maior cidade da América Latina, com um orçamento anual da ordem de mais de R$ 30 bilhões, estejamos expostos a assaltos e ferimentos, senão à condição pior, nas mãos de criminosos e dependentes de drogas que perderam, literalmente, o respeito para com a autoridade a lei e a ordem, pois o ocorrido se deu diante da Casa de Leis de São Paulo.

Se tem certo humor, o negro dessa situação, certamente diz respeito a todos  nós que vivemos, trabalhamos e podemos ser vitimas em plena luz do dia no coração da mais ativa das cidade brasileiras.

Governo federal, estadual e municipal têm necessariamente que darem as mãos para tornar mais seguras as ruas, avenidas e o dia a dia dessa grande metrópole e nos poupar de cenas e de perigos como o relatado acima.

Novas Cidades, janeiro de 2013!



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